Falamos a língua da loja
Frente de caixa, retaguarda, TEF, balança, NFC-e, SPED. Você não precisa traduzir o problema.
Cloud para supermercado e varejo
Migramos e sustentamos o seu sistema de gestão em nuvem. Você mantém o mesmo ERP e ganha um parceiro que entende de loja.
+1.300 supermercados · 23 estados · +15 anos
Playbook próprio de migração para cada ERP do varejo alimentar.
Usa outro sistema? . Marcas de titularidade das respectivas empresas, citadas para indicar compatibilidade técnica.
Parceiro estratégico
Caixa travado às 18h de sexta não é chamado. É fila na porta.
Frente de caixa, retaguarda, TEF, balança, NFC-e, SPED. Você não precisa traduzir o problema.
Ninguém mexe na sua infraestrutura na véspera do Natal ou na semana do encarte.
Você não vira mensageiro entre dois fornecedores. Resolvemos entre técnicos.
Não vendemos servidor em nuvem.
Assumimos a responsabilidade de manter o supermercado vendendo.
O que entregamos
Ambiente testado em paralelo. Virada em janela combinada, com plano de retorno pronto.
Calculado pelo número de checkouts e pelo seu movimento real, não por pacote genérico.
Redundância de conexão e contingência de PDV dimensionadas no projeto, antes da virada.
Backup só vale quando a restauração é exercitada. A rotina entra no desenho do ambiente.
A cobertura é dimensionada pelo calendário da sua operação, não pelo horário comercial padrão.
Sem comprar servidor. Custo previsível por loja e base centralizada.
Como funciona
Lojas, PDVs, sistema, banco, integrações e o que trava hoje.
Dimensionamento, contingência e data da virada, definidos com você e com a sua softwarehouse.
Base restaurada e testes de caixa, fiscal e TEF, com a loja rodando normalmente.
Cópia final, PDVs redirecionados e gente acompanhando a abertura seguinte.
Monitoramento, backup, capacidade e o telefone que atende quando o caixa reclama.
Com o número de lojas e o seu sistema, devolvemos prazo e custo realistas.
Perguntas frequentes
É rodar o sistema de gestão da loja (retaguarda, frente de caixa e banco de dados) em datacenter profissional, acessado pela internet, em vez de um servidor dentro da loja. O software e as telas continuam os mesmos; muda quem responde por disponibilidade, backup e desempenho.
Não. A migração é do ambiente, não do software. Mesmo ERP, mesmos relatórios, mesma rotina, com a migração alinhada junto à sua softwarehouse.
Não. O ambiente novo é montado e testado em paralelo, com a loja operando. A virada acontece em janela de baixo movimento combinada com você, com plano de retorno preparado.
Essa é a primeira pergunta de todo supermercadista, e com razão. O projeto prevê redundância de conexão e o uso da contingência do próprio PDV, que segue registrando vendas e sincroniza quando o link volta. O desenho exato sai no diagnóstico.
Depende, e muito. Sem internet o TEF não passa cartão no caixa, a NFC-e e a NF-e não são autorizadas pela SEFAZ e você também não recebe as notas dos fornecedores. Na prática, o supermercado com servidor na loja já opera dependente de conexão hoje. A diferença é que ali a internet é um detalhe que ninguém dimensionou, e em nuvem ela vira parte do projeto: link redundante e contingência definidos antes de acontecer o problema.
Muda quem carrega o risco de todo mundo. Com o servidor na matriz, as filiais dependem da estrutura da matriz: caiu a energia ou o link lá, todas as lojas ficam sem sistema, mesmo estando com tudo funcionando na própria loja. Em nuvem isso acaba. Cada loja passa a depender apenas da estrutura dela, e a matriz deixa de ser o ponto único de falha da rede inteira.
É mensal, e o valor acompanha os recursos que a sua operação realmente consome. Quantidade de lojas, de PDVs e de usuários são as métricas de referência para dimensionar, mas o número sai de um estudo prévio do seu ambiente, não de tabela pronta. O diagnóstico é feito antes e sem compromisso: você recebe o valor já dimensionado para o seu caso.
Uma loja única com base pequena costuma sair em poucos dias após o diagnóstico. Redes migram em ondas, loja a loja, respeitando fechamento fiscal, inventário e picos de venda.
Datacenter profissional, com controle de acesso, criptografia e rotina de backup definida em contrato. Isso organiza a resposta à LGPD: fica claro onde os dados estão, quem acessa e por quanto tempo são retidos.
Todos os datacenters que utilizamos são Tier III, a classificação do Uptime Institute para ambientes com caminhos redundantes de energia e climatização, que permitem manutenção sem derrubar o que está no ar. Traduzindo para a loja: manutenção programada da infraestrutura não chega ao seu caixa. Sobre isso vêm as camadas de segurança da informação, com controle de acesso, criptografia e rotina de backup definida em contrato.
Em São Paulo/SP, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Curitiba/PR e na Flórida (Estados Unidos). Estrutura distribuída conta por dois motivos bem práticos: quanto menor a distância entre a loja e o datacenter, menor a latência que o operador de caixa sente na tela, e manter os dados em território nacional simplifica a conversa sobre LGPD.
Uma empresa de infraestrutura entrega máquina e disponibilidade. Nós entregamos operação de supermercado funcionando: conhecemos a rotina de frente de caixa, o comportamento do banco de cada ERP do setor e falamos direto com a softwarehouse.
Próximo passo
Quatro perguntas rápidas. Quem retorna é especialista em varejo alimentar, não vendedor de servidor.
Diagnóstico gratuito
Menos de um minuto. Retornamos com o caminho de migração para o seu caso.
Etapa 1 de 2
Um especialista em varejo alimentar entra em contato pelo telefone informado.
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